Nanotechnology and Energy
LUCAS DO RIO VERDE, BRAZIL—This is arguably soybean ground zero, the small city in the west-central Brazilian state of Mato Grosso around which some of the world’s most mammoth harvests of the protein-rich beans just took place a few weeks ago. As such, some food analysts—and, not least, some Brazilian crop producers—see the Mato Grosso farm belt as offering the best prospect for meeting the rising demand for affordable food in the world.
A producer holds soybeans seeds ready to be planted in Pulinopolis, Brazil.
A producer holds soybeans seeds ready to be planted in Pulinopolis, Brazil.
(Andre Penner/AP)
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In fact, the soy crop sitting in massive grain elevators here or rolling on dusty, flat-bed trucks to ocean ports for export has apparently set a harvest record for Brazil; a record harvest is also expected for the corn maturing in the same fields right now.
Brazil is the world’s most dynamic rising agricultural producer, boasting astonishing growth in the past two decades. It is already the No. 1 exporter in the world of an impressive range of food: beef, chicken, soy, sugar, orange juice, and coffee. It is rising in other crops and in pork as well.
It sports an enviable combination of available land, sunshine, and abundant water that routinely permits two, or even three, crops a year on the same land. Brazil, it turns out, very likely has more unused but serviceable arable land than any other country on the planet.
Most Brazilian agriculture specialists apparently think that their country is bound eventually to overtake the United States as the world’s top farm producer. National government-sponsored research is intensifying yields of crops. At the same time, Brazil has more available but unexploited farmland than all of what is being currently used in the European Union, says São Paulo-based agricultural economist Andre Nassar. “Agricultural production is expanding in all crops in Brazil,” he says.
Farmers and agribusiness people in this part of Brazil are watching the global food commodity price issue with considerable interest. By and large, they believe that the highly mechanized, chemical-intensive, big-scale production they have developed (and in some cases adapted from the U.S.) is what a world contending with expensive food staples needs.
“With the world growing in population at this pace, there is no other option,” says Otaviano Olavo Pivetta, one of Brazil’s largest agricultural landowners. “We will apply technology in whatever form it comes.”
Still, Brazilian food producers are plagued by a rugged and inadequate infrastructure, as anyone experiencing the bone-jarring trip up the pothole-riven Highway 163 comes to understand quickly. Securing sufficient financial capital has been tough. High fuel and fertilizer prices are also eating at the incentive to plant more. And environmental pressure—ranging from a temporary moratorium by some buyers to shun soy grown in the Amazon to an aggressive crackdown on unauthorized clearing of forest by the Brazilian federal police—has made many farmers wary of expansion.
Nonetheless, the farmers and agribusiness people of Mato Grosso think the world will be looking to them to help fill its refrigerators and pantries—at an acceptable price. “The last frontier of the world to produce food will be here,” predicts Clovis Picolo Filho, a farmer and agricultural chemicals dealer just up the road from Lucas, in the town of Sorriso.
A look at the truck traffic down Brazil’s Highway 163 suggests that frontier has been amply discovered
Luiza Caires, especial para a Agência USP de Notícias
Ainda é precipitado afirmar que o biodiesel é um combustível mais limpo que o petrodiesel (diesel combustível). “Nas condições brasileiras, o biodiesel é considerado menos poluente em alguns aspectos, e em outros mais. O metanol utilizado como reagente para sua produção pode ser um problema, pois utiliza o gás natural como matéria-prima, que é um combustível não-renovável”, revela o engenheiro químico André Moreira de Camargo. Na Escola Politécnica da USP, o engenheiro fez um inventário do ciclo de vida do metanol, álcool usado como reagente no processo de produção do biodiesel.
A Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) é uma ferramenta de gestão ambiental utilizada para determinar o impacto de determinado produto ou processo. A metodologia permite mapear o produto “do berço até o túmulo”, calculando todo gasto de energia e poluição gerada desde a extração e processamento, passando pelo seu transporte, uso e destino final. O estudo de Camargo é o primeiro a fazer esta análise sobre o ciclo de vida do metanol considerando as condições brasileiras. “Para realizar a ACV é necessário se ater às condições específicas do local onde o produto é feito, transportado e utilizado. No Brasil, por exemplo, a malha de transporte é basicamente rodoviária, então isto tem de ser levado em consideração nos cálculos de energia gasta e na poluição gerada quando utilizamos este meio de transporte”, esclarece o pesquisador.
O inventário feito pelo pesquisador representa um primeiro passo para esclarecer esses pontos, mas ele ressalta que ainda é preciso fazer uma comparação do metanol com o mesmo tipo de estudo sobre o ciclo de vida do etanol nas condições apresentadas no Brasil, já que estudos feitos em outros países não traduzem corretamente a carga ambiental do combustível: matriz energética, condições de extração e transporte e a própria matéria-prima do etanol podem variar.
Além disso, mesmo o ACV do metanol pode ser aperfeiçoado, modificando-se e ampliando-se o escopo contemplado nos cálculos. “O escopo corresponde aos fatores levados em consideração nos cálculos. Ele varia conforme o objetivo do estudo e as hipóteses consideradas pelo pesquisador, que deve utilizar seu bom senso. Devo avaliar se é importante incluir o impacto ambiental da produção do parafuso usado no equipamento de extração do gás, por exemplo, sempre lembrando que quanto mais extenso for este escopo, mais complexa ficará a ACV, e mais tempo levará para ser feita”, explica.
A ACV no Brasil
Avaliação do Ciclo de Vida é regulamentada por uma norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABTN) com o número NBR14040, derivada do ISO 1400, que especifica normas e metodologias de gestão ambiental. Apesar de a base de dados de ACV no Brasil ainda ser pequena, a tendência é que iniciativa privada e governo adotem cada vez mais esta metodologia, como têm feito algumas empresas. No âmbito da universidade, equipes como o Grupo de Prevenção da Poluição (GP2) da Poli estão se propondo a expandir esta base.
“A ACV é uma ferramenta que permite comparar produtos e serviços do ponto de vista ambiental, e estes estudos sempre podem ser ampliados e aperfeiçoados. Além disso, ela permite que se identifiquem os chamados ‘gargalos de processos’, indicando o que é preciso mudar para diminuir o impacto ambiental, seja com investimento em novas tecnologias ou mudanças na fonte energética usada”, destaca o engenheiro.
Mais informações: André Moreira de Camargo, e-mail andre.camargo@usp.br. Pesquisa orientada pelo professor Gil Anderi da Silva, que também é coordenador do GP2
(Agência USP)